segunda-feira, 12 de dezembro de 2022
domingo, 11 de dezembro de 2022
sexta-feira, 21 de outubro de 2022
NARRAR PARA ENCANTAR. PERCORRENDO O CIRCUITO ESCOLAR DE CÁCERES COM A PALESTRA FOTOGRAFIA: PATRIMÔNIO E MEMÓRIA DE CÁCERES.
Os dias 19 e 20 de outubro, voltei a percorrer o circuito escolar de Cáceres levando um pouco das histórias que permeiam o imaginário popular do cacerense, bem como resgatando personagens esquecidos do cotidiano de outrora.
Fui acolhido de forma maravilhosa na Escola Civico Militar Mário Mota pelas Professoras Elaine Cardoso e Gislaine Fernandes, no SESC Cáceres e no Remanso Fraterno João Gabriel onde funciona ativamente outra extensão do SESC pelas Professoras Marciléia, Munique e Hilton.
sexta-feira, 7 de outubro de 2022
PALESTRA NAS REDE PÚBLICA E PARTICULAR DE ENSINO, NAS COMEMORAÇÕES DOS 244 ANOS DE FUNDAÇÃO DA CIDADE DE CÁCERES-MT
A proposta era de "contar e recontar" o passado da cidade através de personagens invisíveis e de eventos poucos citados no contexto histórico.
Levamos as histórias das Lavadeiras do Rio Paraguai, do Aguadeiro, do Poaieiro, dos vendedores de bolo ou "boleiros", do futebol e suas ocupações na geografia da cidade, da musicalidade e do imaginário popular e de suas construções folclóricas.
A jornada de palestras teve inicio no dia 03 de outubro e encerramos no dia 05 de outubro e fomos até as Escolas: E.E. Gabriel Pinto de Arruda; E.E. Onze de Março; E.E. Tiradentes "Natalino Ferreira Mendes"; E. Municipal Novo Oriente; Colégio Salesiano.
Atendemos 500 alunos da rede pública de ensino da cidade levando um pouco da história de fundação da nossa querida cidade de Cáceres que completou 244 anos de sua fundação.
Escola Estadual Onze de Março
terça-feira, 20 de setembro de 2022
FUI ENTREVISTADO POR JOVENS PESQUISADORES DA ESCOLA ESTADUAL ONZE DE MARÇO.
sábado, 20 de agosto de 2022
REUNIÃO DO IHGC NA 2ª COMPANHIA DE BOMBEIROS MILITAR - CÁCERES
segunda-feira, 20 de junho de 2022
segunda-feira, 28 de março de 2022
A SOMBRA DA XIMBUVA. MEMÓRIAS DA CÁCERES DE MINHA INFÂNCIA
Atores sociais invisíveis que transitavam pelas
ruas silenciosas da memória, demarcando territórios no imaginário popular.
Contos, recontos e encontros sobre a Cáceres de
antigamente, para ler em família, junto dos amigos sob a sombra da Ximbuva nas
barrancas do Rio Paraguai.
segunda-feira, 18 de outubro de 2021
sábado, 24 de julho de 2021
sexta-feira, 18 de junho de 2021
POSSE COMO SÓCIO EFETIVO DO INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DE CÁCERES - 17 DE JUNHO DE 2021.
Discurso de posse no Instituto Histórico e Geográfico de Cáceres-MT
Sandro Miguel da Silva Paula
Digníssimo confrade Professor Doutor Aguinaldo Rodrigues da
Silva Presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Cáceres, Confrade
Adilson Reis, Respeitáveis Confrades e Confreiras, Autoridades, Amigos e
Familiares.
Peço vênia aos presentes nesta
cerimônia para iniciar minha alocução, agradecendo aos amigos, confrades e
confreiras que me sufragaram, no dia 30 de maio deste ano e por unanimidade de
votos me elegeram sócio efetivo desta nobre ¨Casa do Saber,¨
Inicialmente rogo gratidão a Deus pela oportunidade de estar
presente e sendo instrumento de energias positivas, harmonia e paz.
A minha querida esposa Sueli Carioca todo meu respeito e
amor. Meu filho e escudeiro Diego Miguel Carioca e sua esposa Josiane Carioca,
por estarem sempre pertos.
A meus pais Cicera e Delmiro pelo refinamento moral e
intelectual que me concederam, a meus avós Dona Bilú, Francisco Mendes e Benedito
Tomé, e meus tios com os quais aprendi a ciência da humildade, sem ser servil.
Ao confrade Adilson Reis, nosso padrinho nesta cerimonia,
quero expressar minha gratidão por tê-lo como amigo.
Faço uso das palavras do escritor Gomes Soarez: (...). Um
guerreiro, que de batalha em batalha se defronta com a morte, não tenciona
fortuna. Quem faz do conhecimento uma paixão e uma causa para toda a vida não
mira o pagamento. O alvo, em todos estes casos, é a glória, reconhecimento e
recompensa superior a todos e quaisquer bens materiais.
No meu caso específico, acrescento a inaudita oportunidade
de aprender, obtida pela generosidade dos ilustres confrades e confreiras do Instituto
Histórico e Geográfico de Cáceres.
Como também daqueles que me inspiram até os dias de hoje meu
mestre e amigo Natalino Ferreira Mendes, Meu mestre e amigo Hênio Maldonado, a
professora Maria do Socorro que compartilhou sua paixão pela pesquisa e foi a
luz na minha formação como pesquisador e escritor.
Agradeço ao tempo por oportunizar a experiência de estar e frequentar
o mesmo ambiente de cultura, onde, mulheres e homens ilustres têm engrandecido
e perenizado a cultura da terra que viu nascer Emília Darci de Souza Cuyabano, Natalino
Ferreira Mendes, Frederico Rondon, Gabriel Pinto de Arruda. Sea Manuca, Sea
Jovita Pires de Souza, Luiz Geraldo da Silva, Lucindo Nepomuceno Cebalho, João
Inácio do Nascimento, Dona Góia, Jó, Beja,
Xá rufa.
Tenciono contribuir para divulgar o Instituto aos jovens cacerenses,
para que eles conheçam a história de nossa terra por meio do seu rico acervo,
convivam com os seus ilustres sócios, das mais privilegiadas mentes de nosso
estado.
É preciso que as novas gerações se acostumem a ver o
Instituto Histórico e Geográfico de Cáceres como uma fonte para as suas
pesquisas, participem das palestras e atividades que hão de surgir, enriqueçam
as suas vidas por intermédio desta instituição.
Que na poesia de Airton Reis é: Ilha cultural, nascente do saber, solar do verbo ser. Tempo presente,
passado capitulado, instante atual. O futuro em eco institucional. (...)
estrofes do viver IHGC. Realizar. Integrar. Representar. Participar. Irmanar,
ler escrever.
Ao agradecer a honrosa presença de cada um invoco o
pensamento da Confreira Professora Doutora Olga Maria, “somos o embrião que aguarda o
momento de nascer para vislumbrar o mundo novo com seus próprios olhos”
pois nascemos a cada dia.
E os deixo na companhia de uma prosa da personagem real
Aninha Bananinha reverenciada na peça teatral Fantasmas de Vila Maria do
Confrade Aguinaldo Silva:
Sou
lenda, memória viva
Cultura
erguida do povo
Partituras
narrativas
De
um rincão de um mundo novo!
Meu
falar é genuíno
Cadjú,
pêtxe, xá comigo
Meu
povo, canta teu hino!
Tens
patrimônio benigno!
Muito
obrigado. ADSUM
quinta-feira, 31 de dezembro de 2020
SAMBA HOMENAGEANDO O BANDEIRANTES F.C. CAMPEÃO CACERENSE DE FUTEBOL EM 1978.
"Depois de amanhã é domingo, tomara que seja um domingo de sol", com essa poesia e uma melodia fácil de encaixar, surgiu este refrão criado pelo poeta e compositor José Teixeira, goleiro do Bandeirantes F.C.
domingo, 6 de dezembro de 2020
MEMÓRIAS DO FUTEBOL CACERENSE: ESPORTE CLUBE REI
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| O Esporte Clube REI muda seu nome para Oriente F.C. em 1968, motivado pelas orientações do comando do 2º B Fron e pela paixão pelo clube do turco Mohamed Shep conhecido Alibia. |
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| em pé: Cb Orival, Luiz Pouzo, Vilagra,Aquino, Rogério, Cléber e Muniz (Bahiano). agachados: Pelezinho, Odenir,______, Sebastião e Sgt Jair. 1959. Campeonato Cacerense, local Estádio Alfredo Dulce. |
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| Esporte Clube REI perfilados no campo do estádio Alfredo Dulce em 1964, logo mudaria seu nome para Oriente F.C. |
terça-feira, 24 de novembro de 2020
24 DE NOVEMBRO DE 1944. UM PRACINHA PANTANEIRO TOMBA NAS PRIMEIRAS AÇÕES DE COMBATE NA ITÁLIA.
CENÁRIO DA GUERRA NA EUROPA EM NOVEMBRO DE 1944.
Sandro Miguel da Silva Paula
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| https://blogdopatio.files.wordpress.com/2010/02/mapfebmontecastelo.jpg |
O PRIMEIRO ATAQUE A REGIÃO DE MONTE CASTELO
No dia 24 de novembro, o Esquadrão de Reconhecimento e o 3º Batalhão do Regimento de Infantaria da FEB juntavam-se à Task Force 45, norte-americana, para a primeira ofensiva contra a região de Monte Castelo, que compreendia o Monte Belvedere e o monte della Torracia e Bombiana.
Mas
a contra ofensiva da 232ª Divisão de Infantaria alemã foi violenta e
avassaladora, obrigando os soldados americanos e brasileiros a abandonar suas
posições já conquistadas. Somente o
monte Belvedere não foi devolvido.
O HERÓI CACERENSE
Nessa ação morre o Pracinha Pantaneiro JOÃO INACIO DO NASCIMENTO – Soldado – Natural de Cáceres e oriundo do 2º Batalhão de Fronteira – Filho de Antônio Carlos do Nascimento e dona Felipa Perfina de Almeida. Faleceu em ação, no dia 24 de novembro de 1944, em Bombiana/Itália. Foi agraciado com as Medalhas de Campanha, Sangue do Brasil e Cruz de Combate de 1ª Classe.
No decreto de concessão desta última lê-se: “Durante o ataque ao Morro Castelo, no dia 24 de novembro de 1944, portou-se com bravura, coragem, sangue frio e destemor, progredindo com inteligência e audácia, através de fortíssima barragem de artilharia, rumo ao objetivo que lhe fora dado, até ser colhido por estilhaço de granada, que o atingiu mortalmente”.
Participaram ativamente dos combates os pracinhas pantaneiros (Cacerenses) Manoel Aureliano da Silva, João Barros do Amaral, Lúcio Gomes Ferreira Mendes, Mariano Monteiro Leite, Pio Ramão Terige,Vicente Paulo da Silva, Saturnino Leite de Miranda, Antônio Alves Rondon e André Cursino de Freitas (Cuiabano), todos incorporados ao 6º Regimento de Infantaria da FEB.
Fonte:
UM PRACINHA PANTANEIRO: de Cáceres a Itália, a cobra já fumava. Da Silva Paula. Sandro Miguel. 2020.
A FEB PELO SEU COMANDANTE. Mascarenhas de Moraes.
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Por: Silva Paula, Sandro Miguel. Em 6 de Outubro de 1951, a equipe do Mixto Esporte Clube esteve presente novamente para as comemorações...



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